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Homilia de Dom Vilar – 2º Domingo da Páscoa

 

A Comunidade – O Domingo da Misericórdia

domingo da misericordia 2 Domingo da PascoaEste domingo é o dia da Comunidade e da Misericórdia. A liturgia pascal nos mostra a Igreja, a Nova Comunidade que nasce da Cruz e Ressurreição, a Igreja testemunha da alegria pascal da Ressurreição. Sua missão é comunicar a todos esta Vida Nova que brota da Ressurreição.

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DIVES IN MISERICORDIA São João Paulo II

 

foto para o artigo sobre a divina misericordia    O papa João Paulo II, nesta encíclica, apresenta-nos a misericórdia como a mais rica manifestação do amor de Deus. Veremos nesta resenha alguns dos pontos fundamentais da revelação e da vivência da misericórdia na vida do povo de Israel, na de Jesus e na nossa vida.
    A encíclica Dives in Misericordia de João Paulo II salienta a ligação profunda entre amor e compromisso. Deus ama e se compromete com o homem e o chama a também se comprometer com ele.
A misericórdia é, segundo essa concepção, o maior sinal de uma aliança baseada no amor recíproco. Para que essa realidade se fizesse presente no coração humano Deus enviou seu Filho, que, com sua obediência, não só anunciou, mas experimentou a misericórdia que supera a limitação e o sofrimento do homem. Devido a isso, Cristo se torna não só doador do amor misericordioso, mas a Misericórdia.
    O papa apresenta ainda o dever de cada cristão: Deus fez uma aliança com cada batizado e sempre será fiel a esse compromisso. E nós? Devemos proclamar a todos a ação de Deus na história, de modo especial em nosso tempo, onde as incertezas aumentam a cada dia.
    Abrindo o coração a Jesus Cristo e desejando, com todo o ardor, praticar o amor de Deus seremos arautos da esperança e da paz, levando aqueles que se encontram longe dos braços do Pai a terem um encontro íntimo, sendo agraciados com a misericórdia divina, aconchegados no colo de nosso Senhor (a exemplo do filho pródigo ao voltar para a casa paterna).

1.    Quem me vê, vê o Pai

    A revelação da misericórdia divina aconteceu quando o Filho se encarnou. Ele é para a nossa realidade humana a mais plena manifestação da presença de Deus. Desse modo, olhando para Jesus e observando seus ensinamentos, percebe-se que ele tudo faz mediante a comunhão com o Pai. Ver Jesus é ver o Pai.
Deus ama o homem, e este pode experimentar esse amor mais visível na pessoa de Jesus, que é a encarnação da misericórdia. No mundo vemos e vivemos tantos medos e incertezas. É nessa hora que o coração humano sente a necessidade de receber a graça de Deus, de modo particular anseia por misericórdia. A partir dessa realidade podemos nos perguntar: “Será que olhando para o mundo hodierno, vemos o Deus misericordioso nos acalentando e nos fortalecendo”?

2.    Mensagem messiânica

    A novidade trazida por Cristo foi o anúncio do Reino, sobretudo aos mais necessitados, aos marginalizados pela sociedade de então. Ele opta pelos doentes, pecadores públicos, cegos, pobres… Ele revela com esta opção de que lado Deus se coloca, mostrando o seu rosto misericordioso, num amor que ultrapassa a lei e os preceitos humanos. Os sinóticos são ricos em nos apresentar fatos que nos mostram Jesus ensinando a misericórdia — parábolas, bem-aventuranças, curas etc.
Jesus não só praticava o amor e a misericórdia como também convocava todos os seus discípulos para fazerem o mesmo.

3.    A misericórdia no Antigo Testamento

    Já no Antigo Testamento Deus manifesta sua misericórdia. Quantas vezes o povo de Israel violava a aliança feita com Javé. Entretanto, o Senhor jamais abandonou seu povo escolhido, e sempre aceitou seu pedido de arrependimento, pois como nos diz João Paulo II: “O Senhor ama Israel com o amor de uma particular eleição”. O povo eleito vivia uma intimidade com Deus e, por causa disso, tinha consciência de que Javé caminhava com ele. Daí brotavam o compromisso e a prática da fidelidade, tantas vezes proclamados pelos profetas e também tantas vezes esquecidos por Israel.
    O Antigo Testamento define a misericórdia como bondade, graça, amor gratuito, fidelidade, aliança, ternura, paciência, compreensão e perdão.

4.    A parábola do filho pródigo

    O papa faz uma brilhante interpretação desta parábola, abrindo novos horizontes para que compreendamos o amor de Deus. Ele explica que perder a herança é perder a graça. E, desde Adão, todos os homens que se afastam da casa do Pai é um filho pródigo. Mais trágico que perder a riqueza material é perder a dignidade de filho do Pai Eterno. Mas Deus jamais age como nós agiríamos: com vingança, desprezo, abandono. Não! Ele é a Misericórdia; está sempre de braços abertos esperando o retorno do homem. Então, ao invés do castigo, ele confere novamente a dignidade de filho, dando ao homem nova oportunidade, esquecendo-se de seus pecados e fazendo festa por poder dar vida nova ao pródigo. O pai sabe tirar do mal um bem; isto é ter misericórdia.

5.    O mistério pascal

    O mistério pascal é o ponto culminante da revelação da misericórdia. Jesus, sendo Deus, torna-se na cruz o mais necessitado de misericórdia. Ele dá a vida para que todo homem possa experimentar a salvação e o amor. Deus cumpre a promessa feita desde a queda de nossos primeiros pais, reconciliando o homem e o mundo consigo por meio de seu Filho. O Ressuscitado faz da cruz caminho de vitória sobre a morte e o mal, e todo aquele que se associa à sua cruz alcança também a salvação. Pela cruz o céu abraça a terra para sempre, como nos diz o papa: “A cruz é o modo mais profundo de a divindade se debruçar sobre a humanidade”. Portanto, o mistério pascal nos faz entender que o amor é sobretudo misericórdia.
    Todos os cristãos são chamados a viver a misericórdia divina, tendo como modelo a Virgem Maria. Ela, desde a anunciação até a crucifixão de Jesus, viveu a misericórdia consigo e a espalhou por onde passou. Ela é a Mãe da Misericórdia porque seu filho é a Misericórdia entre nós. Dessa forma podemos recorrer à sua intercessão e, com certeza, vermos nossas dores, angústias e esperanças sendo acolhidas pela Trindade e respondidas com as graças do consolo, da paz e da concretização de nosso sonhos.

6.    “Misericórdia… de geração em geração”

    Vivemos num mundo onde a ciência e a técnica tiveram um desenvolvimento como nunca houve antes. O homem satisfaz suas necessidades materiais e vê um futuro tecnológico promissor à sua frente. Apesar desse singular desenvolvimento seu coração continua buscando respostas para seus mais profundos questionamentos — a vida, a morte, a dor, o mal etc. Na fonte de tantas frustrações encontramos muitas coisas, sendo a principal a desvalorização da pessoa humana e a absolutização das coisas. Muito se tem tentado fazer para que o mundo viva em paz, sem fome, sem desamor, porém crescem cada dia mais a violência, o ódio e a injustiça. O papa questiona a atitude dos cristãos diante dessa realidade. Será que podemos dizer que a misericórdia ainda encontra espaço em nossas atitudes?

7.    A misericórdia de Deus na missão da Igreja

    A Igreja é a continuadora da missão de Cristo. No anúncio e na vivência do Evangelho ela jamais pode deixar de lado a misericórdia. Quanto mais fiel ela for a Jesus tanto mais será sinal e canal da misericórdia de Deus aos homens de nosso tempo. Ela deve propiciar aos fiéis a aproximação dos sacramentos da Eucaristia e da Penitência, nos quais a misericórdia de Deus é derramada em profusão. Como afirmou João Paulo II, a Igreja precisa incentivar não só a participação nestes sacramentos, mas a prática da misericórdia no relacionamento interpessoal e social, pois quando somos misericordiosos com nossos irmãos recebemos destes e de Deus a misericórdia; acontece uma reciprocidade de amor. Ser vivenciador e anunciador do amor misericordioso é buscar a justiça, a solidariedade, a fraternidade, a unidade.    
É essa a missão da Igreja: mostrar que o Reino de Deus está entre nós, que é necessária a conversão para se entrar na dinâmica do Reino, cuja base é a atuação misericordiosa de Deus na história humana.

8.    A oração da Igreja dos nossos tempos

    É ainda dever insubstituível da Igreja a oração. Ela é a ponte que liga a terra e o céu; por isso cabe a ela orar cada dia mais para que as pessoas encontrem em Deus o sentido da vida. A Igreja deve ser constantemente guiada pela plena consciência de que não lhe é permitido esmorecer nesta tarefa árdua. Por mais forte que possa ser a resistência da história humana, por mais marcante que se apresente a heterogeneidade da civilização contemporânea e, enfim, por maior que possa ser a negação de Deus no mundo, maior deve ser sua intercessão junto ao Deus misericordioso.

 

Pascom Diocesana

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A História de Marisol Marino Alonso e sua Fé em Deus

 

Assista a história de superação e Fé em Deus da família de Marisol Marino Alonso.
Ela acredita que com sua história, a sua missão é ajudar o próximo, seja no que for, ser o instrumento de Deus.
E mesmo em suas dificuldades diárias ela afirma: "Gosto mais de mim hoje do que antes, eu mudei muito, amadurecimento. Deus foi me lapidando, e eu sou outra hoje em dia, não era assim".

Reprodução: Programa Deus com a gente – TV Aparecida

Nota de Dom Vilar sobre a Reforma da Previdência

 

São João da Boa Vista, 20 de abril de 2017.

comunicado dom vilar cartaz_reforma previdenciaCaros padres,
A Paz de Cristo Ressuscitado!

Envio-lhes a nota da CNBB sobre a Reforma da Previdência. (Clique aqui e leiam a nota da CNBB)
A CNBB também emitiu outras duas notas sobre: Filantropia e Foro Privilegiado.
No próximo dia 28 de abril haverá manifestações em nossas cidades contra a Reforma da Previdência, Trabalhista e Terceirização. Favor conferir em suas cidades horário, local, programação.

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Mães cristãs, muçulmanas e judias marcham juntas pela paz

 

A música “Prayer of the Mothers” se transformou no hino do movimento

mulheres pela pazUm pequeno-grande milagre aconteceu e foi quase que completamente ignorado pelos meios de comunicação: milhares de mulheres judias, muçulmanas e cristãs caminharam por Israel, juntas, pela paz.

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Mensagem de Páscoa da CNBB

 

pascoaCNBB"Cristo vencedor da morte, abre caminho novo, ilumina os passos! Ele está no meio de nós como o Vivente!", Dom Leonardo Steiner.

(CNBB)

 

Jesus Ressuscitado nos dá vida nova

 

jesus ressuscitado_vida nova_diocese sjbvA Igreja celebra, nessa semana, a Oitava da Páscoa da ressurreição do Senhor Jesus. Ressurreição é vida nova. É a festa da vitória de Jesus sobre a morte. Na “noite mais clara que o dia” a palavra onipotente de Deus, que criou os céus e a terra e formou o homem à sua imagem e semelhança, chama a uma vida imortal o homem novo, Jesus de Nazaré, filho de Deus e filho de Maria.

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