Julho das juventudes: riqueza e diversidade na evangelização juvenil da Igreja no Brasil

 

As diferentes expressões juvenis da Igreja no Brasil estão sintonizadas a partir do projeto IDE. Jovens de congregações religiosas, da Pastoral da Juventude no Meio Popular, de Movimentos e Novas Comunidades e também os de grupos paroquiais estarão reunidos no próximo mês de julho, cada expressão a partir de seu carisma, mas todos em comunhão por meio do projeto de evangelização proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

É o “Julho das juventudes”. No mesmo mês, quatro encontros de diferentes expressões juvenis. “Reuniremos nesses encontros nacionais em torno de 2 mil lideranças, o que é uma coisa maravilhosa e que nos ajuda a impulsionar o trabalho com jovens em nosso país”, comenta o bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso.

A proposta de realização desses grandes eventos no mesmo ano veio da Comissão para a Juventude da CNBB. É por isso que, desde janeiro, com o Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (PJ), realizado em Rio Branco (AC), acontecem os eventos relacionados à Pastoral Juvenil. No mês de julho, em Goiânia, haverá o Congresso Nacional da Pastoral da Juventude no Meio Popular. No Rio de Janeiro (RJ), o Encontro Nacional dos Movimentos e Novas Comunidades. E em São Paulo (SP), o Encontro Nacional das Congregações que trabalham com jovens e o primeiro Encontro Nacional dos grupos jovens paroquiais.

Tudo isso, de acordo com dom Vilsom, “mostra a riqueza e a diversidade” da juventude católica no Brasil. “E mostra as possibilidades que temos de chegar onde o jovem está. Temos a PJ nas comunidades, no meio popular, nas escolas, a rural, temos os movimentos que estão espalhados em todos os pais, novas comunidades, congregações que trabalham com jovens e temos os grupos jovens paroquiais, que é uma nova expressão”, conta.

“O jovem sendo fermento na massa, presença de Deus e da Igreja em todos os ambientes onde eles vivem. A partir de uma experiência com Jesus, que muda as suas vidas, eles levam também esse testemunho de vida feliz, seguindo Jesus, para os jovens com quem eles encontram”, ensina o prelado dehoniano.

 

Fonte: portal CNBB